Boas mentiras eram dadas para justificar sua vida
Sua existência se transpareceu em paradigmas fúteis
Desnecessariamente inútil, ela se nomeou nada,
Incompleta se sentia acabada, pelo fim estava encantada
(Decaindo aos poucos, ninguém a ajudou
Curando a dor com mais feridas,
Incansavelmente esperou, esperou, e esperou...)
Sobrevivendo a um caos interno,
Refletindo sobre todas as merdas que já fez
Ela sempre foi uma decepção a si mesma
Percebendo se algo tivesse sido diferente, talvez...
(Desiludida aos poucos a morte a abraçou,
No encalço da realidade ela se perdia,
E assim ela afundou, afundou, e afundou...)
Pensamentos irrelevantes a acordavam toda noite
Exclamou por misericórdia divina e nada mudou
Remédios eram sua companhia,
Ou era só mais um vicio preciso?
Então ela sofria, ela vivia, ela fingia, ela morreu...
0 comentários:
Postar um comentário